PROGRAMAÇÃO

TERÇA ABERTA 2021

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DIA 21/09 - 19H

 

LIVE:

Terça Aberta
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Arte de Gustavo Domingues

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Urubatan Miranda
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Julio Françozo
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Terça Aberta
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TERÇA ABERTA CONVIDA:  TEATRO DA DESTRUIÇÃO & TAUÃ TEIXEIRA/ COMPANHIA IMAGINÁRIA

 

Quinta edição de 2021, reúne artistas para compartilharem suas experiências artísticas e trajetórias de pesquisas - captadas no Kasulo Espaço de Arte e transmitidas ao vivo pelo INSTAGRAM do Kasulo Espaço de Arte. A mediação do evento será feita por Janaína Leite e Vanessa Macedo.

Negaça: autobiografia, memória e ancestralidade - Urubatan Miranda

O processo artístico busca apoio na análise dos registros fotográficos, vídeos,
cantigas, rezas e registros orais que foram coletados durante duas gerações da
Tenda Espírita Pai Jacob espaço sagrado localizado em Campos dos Goytacazes,
utilizando como disparador poético a entidade Exú para criação cênica.

MINIBIO

Artista visual, performer e professor. Graduado em Licenciatura em Artes Visual pela UNIFLU/FAFIC no Rio de Janeiro. Inicio suas atividades artísticas com a Capoeira, Danças Urbanas e Teatro em 1995. Atualmente trabalha de maneira independente em plataformas de criação e residências artísticas atendendo a necessidade de se aprofundar como artista-pesquisador e de pensar ações artísticas e culturais. Trabalha também em colaboração com outros artistas.

Pra morar onde te cabia - Lucas Pardin e Richard Pessoa

O solo nasce do silêncio.O que é vestir sua própria existência senão o acreditar que as relações é sobre oquanto de verdade você está disposto a entregar para a outra pessoa e para simesmo(a). Se você consegue se desesperar com a falta de honestidade dosdiscursos superficiais e se consegue, em meio à ditadura da frieza, reciclar abeleza da coragem em ir dizendo cada terremoto que tem se passado aí dentro doseu peito?CACTOS TAMBÉM SÃO FLORES...

MINIBIO

Lucas Pardin é artista do Corpo formado pelo Projeto Núcleo Luz (Julho/2015-2018). Iniciou seus estudos em Artes Cênicas no Fábricas de Cultura (2014). Atualmente trabalha como intérprete-criador no Grupo Indigesto (2017), Coletivo Calcâneos (2017), Coletivo Reiniciados (2018), Grupo Votú (2019), Cia Jovem de Dança de Jundiaí (2020) e como Direção Artística no Coletivo Mútuo (2019). Richard Pessoa, diretor deste espetáculo, trabalha com o Coletivo Calcâneos -Intérprete-criador, (2015); Dentre nós cia de dança - Ensaiador, (2019); Coletivo Reiniciados - Diretor Artístico, (2017).

Eu sou vulnerável - Julio Françozo

As possibilidades de me transformar no encontro com um objeto, com um evento.
Sobre estar inteiramente vulnerável. A tentativa de materializar uma história
arquivada. E o assunto, corpo. Pura ressignificação. O sentimento de um
sentimento. Aquilo que emerge como resposta de uma pergunta nunca formulada.
Performance ao vivo com emprego de improvisar dança e música a partir de
breves depoimentos da plateia.

MINIBIO

Formado em Técnico em Dança (ETEC de Artes) e graduado em Comunicação das Artes do Corpo  (PUC), centra sua pesquisa na improvisação como um estado de sobrevivência. E de que o  caminho para esse trabalho se alicerça no entendimento da emoção e da consciência para a  apresentação do corpo. Na sua relação com a diferença, novidade e memória. Gerando  conhecimento de si. E emergindo como disponibilidade e propriedade.

Este projeto é financiado através de edital do Proac – Programa de Ação Cultural para manutenção e modernização de espaços culturais.

DIA 10/08 - 19H

 

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Terça Aberta
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Teatro da Destruição
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Tauã Teixeira / Companhia Imaginária
Tauã Teixeira / Companhia Imaginária

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Terça Aberta
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TERÇA ABERTA CONVIDA:  TEATRO DA DESTRUIÇÃO & TAUÃ TEIXEIRA/ COMPANHIA IMAGINÁRIA

 

Quarta edição de 2021, reúne artistas para compartilharem suas experiências artísticas e trajetórias de pesquisas - captadas no Kasulo Espaço de Arte e transmitidas ao vivo pelo INSTAGRAM do Kasulo Espaço de Arte. A mediação do evento será feita por Janaína Leite e Vanessa Macedo.

Ritual de sacrifício de um cachorro de brinquedo - Teatro da Destruição

Jovens se propõem ao trabalho de realizar um ritual de sacrifício sem sacrificar uma vida. Num recorte apocalíptico, com destruição e teatralidade vulgar, buscam produzir os efeitos de uma morte estetizada com a desfiguração de um objeto inanimado: um cachorro de brinquedo.

MINIBIO

O Teatro da Destruição é um núcleo de práticas e experimentações continuadas que tem como recorte a destruição no sentido literal, sob direção-provocação de Tadzio Veiga. Iniciado em 2019, desde então gerou performances, obras de arte, videoartes, composições musicais e formatos híbridos que compilem as linguagens citadas. Em 2021, participou da Mostra Em[curtas] da UFU e teve abertura de uma exposição virtual.

Histórias da Mentira - Tauã Teixeira / Companhia Imaginária

HISTÓRIAS DA MENTIRA é um livre ensaio sobre a minha própria história com a mentira - sua origem, sua cronologia, seu desenvolvimento a minha trajetória pessoal; e, também, uma analogia dessa história biográfica com o que temos de registros históricos das grandes mentiras e farsas da humanidade. Para a peça, foi desenvolvido e programado um polígrafo - dispositivo popularmente conhecido como "detector de mentiras" - como forma de reafirmar o compromisso estabelecido com a verdade.

MINIBIO

Tauã Teixeira é físico, escritor e performer. Trabalhou com diversos grupos e coletivos nacionais, como performer, dramaturgo/roteirista e curador independente, dentre os quais o coletivo paulistano Mamba Negra, o ateliê colaborativo carioca Casa Nuvem e o coletivo transnacional Voodoohop, além de ter colaborado como assistente de direção em uma série de videoclipes produzidos pela Universal Studios. Em 2020, seu roteiro Ya Soto foi selecionado pelo edital Curta em Casa, promovido pelo Instituto Criar em parceria com a Spcine. O curta se encontra disponível na série 40m², Globoplay. No mesmo ano, foi aprovado no ProAc Expresso com seu texto "Contato". É assistente de direção da série "Preto a porter" (Studio Uol, 2021). Participou de diversos festivais, mostras e residências artísticas no Brasil e na Europa, como a mostra Brazilica (Liverpool), off dOCUMENTA (Kassel), Galerie Loyal (Kassel), FIT 2019 (São José do Rio Preto), etc.

Este projeto é financiado através de edital do Proac – Programa de Ação Cultural para manutenção e modernização de espaços culturais.

DIA 29/06 - 19H

 

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Confira o post no blog sobre essa edição AQUI

Terça Aberta
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Manuela Aranguibel
Manuela Aranguibel

Foto de Ian Maenfeld

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Pietro Morgado
Pietro Morgado

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Terça Aberta
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TERÇA ABERTA CONVIDA MANUELA ARANGUIBEL E PIETRO MORGADO
 

Terceira edição de 2021, reúne artistas para compartilharem suas experiências artísticas e trajetórias de pesquisas - captadas no Kasulo Espaço de Arte e transmitidas ao vivo pelo YOUTUBE do Kasulo Espaço de Arte. A mediação do evento será feita por Janaína Leite e Vanessa Macedo.

na nossa memória (abertura de processo - Manuela Aranguibel

Na tua finitude, oh! corpo, uma eternidade carregas.

Pegada firme e constante, te desenhas andante.

De onde vieram, tu e tantas outras? 

Memórias feitas corpo, num corpo que parece só ser memória. 

Corpo sutil e volúvel,

E assim como matéria sólida tu és também 

Oh! corpo. 


Dedicado a minha amiga Yenit Montilva.

MINIBIO

Manuela Aranguibel é artista, bailarina e professora de dança da Venezuela. Estudou dança no Núcleo Valencia (VE), Folkwang University of the Arts (DE), École de Sables (SN) e P.A.R.T.S. (BE). Desde 2011 participa das atividades artísticas e educativas da cia. inclusiva alemã SZENE 2WEI. Desde a sua chegada no Brasil em 2015, tem trabalhado com Clarice Lima, Jorge Garcia, Ricardo Neves e Henrique Lima

Em 2019 participou do intensivo de improvisação 60 DAYS com o professor venezuelano David Zambrano em Bruxelas e fez parte do elenco da obra AGE dirigida pelo mesmo após o término do curso. É praticante de Aikido e Le Parkour.

 

Nômade (ao vivo) - Pietro Morgado

É uma performance de improvisação que utiliza os materiais criados na série de vídeos "Nômade", como disparadores para uma atualização da obra em um novo contexto.
O trabalho busca incorporar um tipo de pensamento nômade(sempre em transformação/deslocamento) na lógica de composição da peça, que em momentos revela características mais pedagógicas/documentais, apresentando questões e procedimentos elaborados durante o processo de criação, ao mesmo tempo que demonstra os desdobramentos performáticos da investigação com o espaço urbano.

MINIBIO

Pietro Morgado é graduado em Comunicação das Artes do Corpo, participou de criações com o Núcleo Tentáculo e com a Taanteatro Companhia. Integrou o elenco de "Konstituição - Ré em segunda instância" com direção de Sandro Borelli. Desenvolve um trabalho pedagógico sobre improvisação em dança.

 

Este projeto é financiado através de edital do Proac – Programa de Ação Cultural para manutenção e modernização de espaços culturais.

DIA 04/05

19H

LIVE PELO

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Terça Aberta
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Rodrigo Alcântara
Rodrigo Alcântara

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Carolina Gasquez
Carolina Gasquez

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Terça Aberta
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TERÇA ABERTA CONVIDA RODRIGO ALCÂNTARA, RAFA BARZAGLI E CAROLINA GASQUEZ
 

Segunda edição de 2021, reúne artistas para compartilharem suas experiências artísticas e trajetórias de pesquisas - captadas no Kasulo Espaço de Cultura e Arte e transmitidas ao vivo pelo INSTAGRAM da Cia. A mediação do evento será feita por Janaína Leite e Vanessa Macedo.

Confira o post no blog sobre essa edição AQUI

D.U.C.A- Diário de um certo Artísta - Rodrigo Alcântara

O Diário de Um Certo Artista (DUCA), espetáculo idealizado e interpretado por Rodrigo Alcântara teve sua estreia em 2019 e estava em cartaz no Espaço Cultural Adebankê até o início da quarentena no ano de 2020 - se este trabalho já retratava os desafios do fazer artístico periferico antes, em meio a uma pandemia é que esses limites foram testados.

O que encontramos dentro de um diário? Relatos dos nossos dias, das nossas dores, das alegrias, os tombos e os acolhimentos, os caminhos e os encontros.

Este espetáculo é uma adaptação do Diário de Um Certo Artista num formato de encontro entre o antigo e o novo normal.

MINIBIO

Rodrigo Alcântara iniciou suas atividades artísticas na periferia da cidade de São Paulo através do Teatro Vocacional e Dança Vocacional. Bacharel em Design de Interiores pela FMU e Cenografia e Figurino pela SP Escola de Teatro, Rodrigo atua enquanto trabalhador da área da cultura e colaborador das causas socioculturais. Filho do Espaço Cultural Adebankê onde estreou o espetáculo de dança  “D.U.C.A - Diário de um certo artista", o artista pertencente à comunidade LGBTQIA+ se define em três adjetivos que são seus eixos de sobrevivência e resistência “Bixa, dançante e Periférica”.

Eco chegou na festa e trouxe a Breja - Rafa Barzagli

Eco: Ninfa, mulher, com o dom do diálogo, amaldiçoada por falar demais. Para todo o sempre, seria sua a última palavra... palavra... avra... ... Dedico essa apresentação à Eco, que ao tentar sair da caverna, não foi ouvida pelo macho narcísico. Na onírica impossibilidade relacional, vaticinada por toda uma sorte de acontecimentos e ancestralidades. Eco é conclamada a participar, sob tons ebriamente dionisíacos, de um encontro utópico através do ...presente, do passado expresso na vontade com T maiúsculo e uma ode a potência de cigarra. 

Entre a ditadura da imagem de Narciso e a do som de Eco, imperativo das telas e caixas de som, nos reconhecemos à distância por meio da festa de corpos dançantes. Em isolamento, quase desistindo, talvez consigamos ter instantes fugazes e potentes de felicidade, em uma (não)dança virtual. Viva a quem jogou a pedra hoje e acertou ontem!

MINIBIO

Bacharel em dança pela UNICAMP, desde março de 2012. Atuou como Dançarino em cia's independentes de Dança Contemporânea e Teatro. Desde o final de 2017 é coordenador do grupo de Dança do CCA/PROEXT da PUC-Campinas, onde também atua como corégrafo. Faz parte do Grupo MEANDROS, vinculado a extensão da FEF-UNICAMP. Aluno de mestrado em curso desde 2021 e pertencente ao grupo de pesquisa GPFEM/FEF-UNICAMP, desde abril de 2018.

RAXA - Carolina Gasquez

Este trabalho é um estudo sobre dinâmicas, fluxo e fluência de movimento e suas relações com o espaço a partir da sonoridade do beat. 

MINIBIO

Carolina é artista da dança e arte-educadora. No início da graduação em Dança na Unicamp, foi bolsista do Programa PIBID-CAPES, onde iniciou sua trajetória de atuação como professora em escolas públicas. Realizou ainda estágios em instituições privadas em Campinas, como o Salão do Movimento, o Instituto Pavão Cultural e o Colégio Notre Dame. Durante esse período, também desenvolveu uma pesquisa acadêmica (PIBIC-CNPq) sobre as Danças Urbanas a partir do Método Bailarino-Pesquisador-Intérprete (BPI), foi coreógrafa no coletivo de teatro AniMales (PROAC 03/2018), intérprete-criadora em diversos grupos universitários e profissionais de dança e coordenadora geral na organização do XX Festival do Instituto de Artes (FEIA). Descobrindo continuamente seu lugar como artista-educadora do corpo e pesquisadora da Presença, hoje procura meios próprios de criar e ensinar dança pelo seu desejo em socializar o acesso à educação do corpo.

 

Esta atividade foi realizada com apoio da lei Aldir Blanc.

DIA 09/02

19H

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Terça Aberta 2021
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Bia Rezende
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Pedro Athié
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TERÇA ABERTA CONVIDA BIA REZENDE, JONATAN VASCONCELOS E PEDRO ATHIÉ
 

Primeira edição de 2021, reúne artistas para compartilharem suas experiências artísticas e trajetórias de pesquisas - captadas no Kasulo Espaço de Cultura e Arte e transmitidas ao vivo pelo INSTAGRAM da Cia. A mediação do evento será feita por Janaína Leite e Vanessa Macedo.

Confira o post no blog sobre essa edição AQUI

Preta demais pra ser branca, branca demais pra ser preta - Bia Rezende

O projeto de embranquecimento da população não é novidade. As insistentes e intencionais de apagamento da negritude vem, com o passar do tempo, se reformulando, porém continuam forçar conceitos como o mito da democracia racial usando a mestiçagem como subterfúgio. Em 1901, João Batista afirmou que em 100 anos não haveriam mais negros no Brasil. Resistimos. Continuamos a existir. Somos o país fora do continente africano com maior quantidade de negros. Porém hoje vivemos ainda sequelas, até mesmo feridas abertas, por consequência das incansáveis tentativas de apagamento dos corpos negros no país. A falta de alto conhecimento, o sentimento de não pertencimento, acompanham muitas pessoas negras, mas é preciso olhar pra si. Cresci ouvindo que eu era “preta demais pra ser branca e branca demais pra ser preta, mas como diz Victoria Santa Cruz, um dia “me gritaram: Negra! E eu respondi!”.

 

MINIBIO

Assistente Social e Pós-Graduanda em Psicologia Social e Antropologia, Bailarina, professora e coreógrafa, atuante das danças urbanas e contemporânea há 13 anos, e profissionalmente há 7. Com experiência como bailarina nos Estados Unidos, Tanzânia, Zâmbia e África do Sul em tour com o coletivo GX International, professora de aulas regulares há 7 anos e coreógrafa de projetos sociais.

Impulsos Instáveis - Jonatan Vasconcelos

"Impulsos Instáveis" é um processo de pesquisa solo, na qual o intérprete busca entender os dispositivos que impulsionam o seu mover. Seja um mover intuitivo que expurga em resposta de tudo que o afeta, aflige, provoca, revolta... Ou um mover em projeção ao processo de construção do seu eu, ao perceber a sua individualidade, potencialidades, e modos de ver e agir no mundo. Refletir sobre a sua masculinidade ao se desvincilhar de um cultura machista condicionada pelo patriarcado, e por fim, buscar novas possibilidades de se reinventar, resistir e reexistir.

MINIBIO

Jonatan Vasconcelos, 24 anos. Artista da dança contemporânea com influências em danças urbanas, intérprete criador-bailarino, educador, e instrutor de yoga. Iniciou seu desenvolvimento artística em 2013, no Programa Vocacional. Se formou em dança pelo Projeto Núcleo Luz-Ciclo II (2016-2018). E em Yoga pela Associação de yoga Ananda Marga (Jan 2020). Atualmente segue se especializando no curso de Terra Vinyasa Flow Yoga (08/20 - 04/21). Como intérprete bailarino integra a Jorge Garcia Companhia de Dança, Grua-Gentlemen de Rua, e Cia Diversidança. Já como intérprete criador, faz parte da direção coletiva do Núcleo Disparador que se formou a partir do Trabalho de Conclusão de Curso do Núcleo Luz Ciclo II.

 

Ação para desembrutecer: A Língua é um Mapa Imenso - Pedro Athié

Paul B. Preciado marca: o sujeito fabricado pela pandemia no "tecnopatriarcado" neoliberal é um sujeito sem mãos e sem pele. Este corpo busca se atualizar nesse trabalho, imaginando uma instalação, em meio à multidão. Ao mesmo tempo em que, obsessivamente, organiza um atentado ao sujeito “embrutecido". O performer se revela no entre tentativas, a partir de uma confissão, e também do metal, da saliva, e do fracasso. Salivar um trajeto e beirar a presença como se beira o precipício.

 

MINIBIO

Pedro Athié, SP É performer e artista visual. Trabalha entre os campos do vídeo, da performance e da dança. Formado em Cinema pela FAAP (2016). Técnico em artes cênicas e especialização em “Corpo: Performance, Dança e Teatro”, pela Escola de Artes Célia Helena (SP). É artista colaborador do Núcleo Cinematográfico de Dança (SP) e Teatro da Matilha (SP) e criador-gerador da ocupação artística de rua "Tesãozinho Inicial" desde 2016.

Esta atividade foi realizada com apoio da lei Aldir Blanc.