PROGRAMAÇÃO
TERÇA ABERTA 2021

Alexandra Tavares
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Eduardo Joly
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Amanda Correa
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Alexandra Tavares
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 OUTUBRO 

DIA 05/10 - 19H

 

live:

  • Instagram - White Circle

TERÇA ABERTA CONVIDA:  Alexandra Tavares , Eduardo Joly e Amanda Correa

MEDIAÇÃO:  Janaína Leite e Vanessa Macedo

Permissoões e frequências -  Alexandra Tavares e  Eduardo Joly

Uma mulher e sua estranha obsessão em ser invadida por infinitos.

duração: 20 min

classificação: livre

MINIBIO

Alexandra Tavares, 40 anos - atriz dançarina, pesquisadora e educadora do movimento somático, professora de atuação e expressão corporal. Graduada pelo curso de Dança da Universidade Anhembi Morumbi, Educadora do Movimento Somático pelo Body Mind Movement Brasil, Atriz formada pelo Indac. Trabalhou como atriz no projeto Teatro nas Prisões entre 1999 e 2005. Foi integrante do Núcleo Artístico do Grupo Tablado de Arruar de 2005 a 2019. Em 2017 integra o Coletivo Heterônimos de Teatro. Desde 2008 desenvolve pesquisa em parceria com Eduardo Joly sobre os caminhos da imagem no trabalho de atuação e dramaturgia. Juntos realizaram os trabalhos solos Moimórias ( Premio Proac 2010) e 5 e 45 (Premio Myriam Muniz 2012). Estuda Odissi desde 2005 e é professora, diretora pedagoga do Teatro Escola Macunaíma desde 2016. Atualmente desenvolve o projeto Berne - uma investigação sobre a Alteridade.

 

Eduardo Joly, 43 anos- dramaturgo e montador. Fez pós graduação em dramaturgia e roteiro pela Escola Superior de Artes  Célia Helena. Graduado em Educação Artística pela Universidade Anhembi Morumbi. Fez Especialização em Poesia Dramática na Puc- SP. Atua desde 2002 em projetos Audiovisuais e Teatrais. Assinou dramaturgia dos trabalhos Moimórias, 5 e 45, 3 Irmãs +1, Gaivotas :Qual o Gesto de um Sonho. Pratica Capoeira Angola desde 2008. É treinel formado pelo Centro de Capoeira Angola Angoleiro Sim Sinhô - Mestre Plinio. Participa da pesquisa Feminino Abjeto 2, de Janaina Leite. Atualmente é professor de foto e vídeo da Fabrica de Cultura Cidade Tiradentes e colaborador do Projeto Berne.

Ambulatorial - Amanda Correa

O solo nasce do silêncio.O que é vestir sua própria existência senão o acreditar que as relações é sobre oquanto de verdade você está disposto a entregar para a outra pessoa e para simesmo(a). Se você consegue se desesperar com a falta de honestidade dosdiscursos superficiais e se consegue, em meio à ditadura da frieza, reciclar abeleza da coragem em ir dizendo cada terremoto que tem se passado aí dentro doseu peito?CACTOS TAMBÉM SÃO FLORES...

duração: 30 min

classificação: 12 anos

 

MINIBIO

Amanda Correa é graduada em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi. Cursou Summer School da Universidade de Dança P.A.R.T.S. em Bruxelas (BE). Foi intérprete da Cia Mariana Muniz de Dança e Teatro e do Núcleo Aqui Mesmo. Pesquisa a autobiografia na dança com o solo “Ambulatorial” , integra e dirige juntamente com o historiador Fernando Mafra o projeto “Ocupação Corpo” do Núcleo Destempos contemplado pelo edital de Ocupação e Residências Artísticas nos apartamentos do Polo Cultural Municipal e Criativo Vila Itororó nº 01/2020.

Este projeto é financiado através de edital do Proac – Programa de Ação Cultural para manutenção e modernização de espaços culturais.

Urubatan Miranda
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Lucas Pardin
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Julio Françozo
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Urubatan Miranda
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 SETEMBRO 

DIA 21/09 - 19H

 

live:

  • Instagram - White Circle

TERÇA ABERTA CONVIDA:  Urubatan Miranda, Lucas Pardin e Julio Françozo

MEDIAÇÃO:  Janaína Leite e Vanessa Macedo

Negaça: autobiografia, memória e ancestralidade - Urubatan Miranda

O processo artístico busca apoio na análise dos registros fotográficos, vídeos, cantigas, rezas e registros orais que foram coletados durante duas gerações da Tenda Espírita Pai Jacob espaço sagrado localizado em Campos dos Goytacazes, utilizando como disparador poético a entidade Exú para criação cênica.

MINIBIO

Artista visual, performer e professor. Graduado em Licenciatura em Artes Visual pela UNIFLU/FAFIC no Rio de Janeiro. Inicio suas atividades artísticas com a Capoeira, Danças Urbanas e Teatro em 1995. Atualmente trabalha de maneira independente em plataformas de criação e residências artísticas atendendo a necessidade de se aprofundar como artista-pesquisador e de pensar ações artísticas e culturais. Trabalha também em colaboração com outros artistas.

Pra morar onde te cabia - Lucas Pardin e Richard Pessoa

O solo nasce do silêncio.O que é vestir sua própria existência senão o acreditar que as relações é sobre oquanto de verdade você está disposto a entregar para a outra pessoa e para simesmo(a). Se você consegue se desesperar com a falta de honestidade dosdiscursos superficiais e se consegue, em meio à ditadura da frieza, reciclar abeleza da coragem em ir dizendo cada terremoto que tem se passado aí dentro doseu peito?CACTOS TAMBÉM SÃO FLORES...

MINIBIO

Lucas Pardin é artista do Corpo formado pelo Projeto Núcleo Luz (Julho/2015-2018). Iniciou seus estudos em Artes Cênicas no Fábricas de Cultura (2014). Atualmente trabalha como intérprete-criador no Grupo Indigesto (2017), Coletivo Calcâneos (2017), Coletivo Reiniciados (2018), Grupo Votú (2019), Cia Jovem de Dança de Jundiaí (2020) e como Direção Artística no Coletivo Mútuo (2019). Richard Pessoa, diretor deste espetáculo, trabalha com o Coletivo Calcâneos -Intérprete-criador, (2015); Dentre nós cia de dança - Ensaiador, (2019); Coletivo Reiniciados - Diretor Artístico, (2017).

Eu sou vulnerável - Julio Françozo

As possibilidades de me transformar no encontro com um objeto, com um evento.
Sobre estar inteiramente vulnerável. A tentativa de materializar uma história
arquivada. E o assunto, corpo. Pura ressignificação. O sentimento de um sentimento. Aquilo que emerge como resposta de uma pergunta nunca formulada.
Performance ao vivo com emprego de improvisar dança e música a partir de
breves depoimentos da plateia.

MINIBIO

Formado em Técnico em Dança (ETEC de Artes) e graduado em Comunicação das Artes do Corpo  (PUC), centra sua pesquisa na improvisação como um estado de sobrevivência. E de que o  caminho para esse trabalho se alicerça no entendimento da emoção e da consciência para a  apresentação do corpo. Na sua relação com a diferença, novidade e memória. Gerando  conhecimento de si. E emergindo como disponibilidade e propriedade.

Este projeto é financiado através de edital do Proac – Programa de Ação Cultural para manutenção e modernização de espaços culturais.

Teatro da Destruição
Teatro da Destruição

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Tauã Teixeira / Companhia Imaginária
Tauã Teixeira / Companhia Imaginária

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Teatro da Destruição
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1/2

 AGOSTO 

DIA 10/08 - 19H

 

live:

  • Instagram - White Circle

TERÇA ABERTA CONVIDA: 

Teatro da destruição e Tauã Teixeira/ Companhia Imaginária

MEDIAÇÃO:  Janaína Leite e Vanessa Macedo

Ritual de sacrifício de um cachorro de brinquedo - Teatro da Destruição

Jovens se propõem ao trabalho de realizar um ritual de sacrifício sem sacrificar uma vida. Num recorte apocalíptico, com destruição e teatralidade vulgar, buscam produzir os efeitos de uma morte estetizada com a desfiguração de um objeto inanimado: um cachorro de brinquedo.

MINIBIO

O Teatro da Destruição é um núcleo de práticas e experimentações continuadas que tem como recorte a destruição no sentido literal, sob direção-provocação de Tadzio Veiga. Iniciado em 2019, desde então gerou performances, obras de arte, videoartes, composições musicais e formatos híbridos que compilem as linguagens citadas. Em 2021, participou da Mostra Em[curtas] da UFU e teve abertura de uma exposição virtual.

Histórias da Mentira - Tauã Teixeira / Companhia Imaginária

HISTÓRIAS DA MENTIRA é um livre ensaio sobre a minha própria história com a mentira - sua origem, sua cronologia, seu desenvolvimento a minha trajetória pessoal; e, também, uma analogia dessa história biográfica com o que temos de registros históricos das grandes mentiras e farsas da humanidade. Para a peça, foi desenvolvido e programado um polígrafo - dispositivo popularmente conhecido como "detector de mentiras" - como forma de reafirmar o compromisso estabelecido com a verdade.

MINIBIO

Tauã Teixeira é físico, escritor e performer. Trabalhou com diversos grupos e coletivos nacionais, como performer, dramaturgo/roteirista e curador independente, dentre os quais o coletivo paulistano Mamba Negra, o ateliê colaborativo carioca Casa Nuvem e o coletivo transnacional Voodoohop, além de ter colaborado como assistente de direção em uma série de videoclipes produzidos pela Universal Studios. Em 2020, seu roteiro Ya Soto foi selecionado pelo edital Curta em Casa, promovido pelo Instituto Criar em parceria com a Spcine. O curta se encontra disponível na série 40m², Globoplay. No mesmo ano, foi aprovado no ProAc Expresso com seu texto "Contato". É assistente de direção da série "Preto a porter" (Studio Uol, 2021). Participou de diversos festivais, mostras e residências artísticas no Brasil e na Europa, como a mostra Brazilica (Liverpool), off dOCUMENTA (Kassel), Galerie Loyal (Kassel), FIT 2019 (São José do Rio Preto), etc.

Este projeto é financiado através de edital do Proac – Programa de Ação Cultural para manutenção e modernização de espaços culturais.