PROGRAMAÇÃO

TERÇA ABERTA 2021

DIA 29/06 - 19H

 

LIVE:

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Terça Aberta
Terça Aberta

Arte de Gustavo Domingues

Manuela Aranguibel
Manuela Aranguibel

Foto de Ian Maenfeld

Pietro Morgado
Pietro Morgado

Terça Aberta
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Arte de Gustavo Domingues

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TERÇA ABERTA MANUELA ARANGUIBEL E PIETRO MORGADO
 

Terceira edição de 2021, reúne artistas para compartilharem suas experiências artísticas e trajetórias de pesquisas - captadas no Kasulo Espaço de Cultura e Arte e transmitidas ao vivo pelo YOUTUBE do Kasulo Espaço de Arte. A mediação do evento será feita por Janaína Leite e Vanessa Macedo.

na nossa memória (abertura de processo - Manuela Aranguibel

Na tua finitude, oh! corpo, uma eternidade carregas.

Pegada firme e constante, te desenhas andante.

De onde vieram, tu e tantas outras? 

Memórias feitas corpo, num corpo que parece só ser memória. 

Corpo sutil e volúvel,

E assim como matéria sólida tu és também 

Oh! corpo. 


Dedicado a minha amiga Yenit Montilva.

MINIBIO

Manuela Aranguibel é artista, bailarina e professora de dança da Venezuela. Estudou dança no Núcleo Valencia (VE), Folkwang University of the Arts (DE), École de Sables (SN) e P.A.R.T.S. (BE). Desde 2011 participa das atividades artísticas e educativas da cia. inclusiva alemã SZENE 2WEI. Desde a sua chegada no Brasil em 2015, tem trabalhado com Clarice Lima, Jorge Garcia, Ricardo Neves e Henrique Lima

Em 2019 participou do intensivo de improvisação 60 DAYS com o professor venezuelano David Zambrano em Bruxelas e fez parte do elenco da obra AGE dirigida pelo mesmo após o término do curso. É praticante de Aikido e Le Parkour.

 

Nômade (ao vivo) - Pietro Morgado

É uma performance de improvisação que utiliza os materiais criados na série de vídeos "Nômade", como disparadores para uma atualização da obra em um novo contexto.
O trabalho busca incorporar um tipo de pensamento nômade(sempre em transformação/deslocamento) na lógica de composição da peça, que em momentos revela características mais pedagógicas/documentais, apresentando questões e procedimentos elaborados durante o processo de criação, ao mesmo tempo que demonstra os desdobramentos performáticos da investigação com o espaço urbano.

MINIBIO

Pietro Morgado é graduado em Comunicação das Artes do Corpo, participou de criações com o Núcleo Tentáculo e com a Taanteatro Companhia. Integrou o elenco de "Konstituição - Ré em segunda instância" com direção de Sandro Borelli. Desenvolve um trabalho pedagógico sobre improvisação em dança.

 

Este projeto é financiado através de edital do Proac – Programa de Ação Cultural para manutenção e modernização de espaços culturais.

DIA 04/05

19H

LIVE PELO

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Terça Aberta
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Arte de Gustavo Domingues

Rodrigo Alcântara
Rodrigo Alcântara

Carolina Gasquez
Carolina Gasquez

Terça Aberta
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Arte de Gustavo Domingues

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TERÇA ABERTA CONVIDA RODRIGO ALCÂNTARA, RAFA BARZAGLI E CAROLINA GASQUEZ
 

Segunda edição de 2021, reúne artistas para compartilharem suas experiências artísticas e trajetórias de pesquisas - captadas no Kasulo Espaço de Cultura e Arte e transmitidas ao vivo pelo INSTAGRAM da Cia. A mediação do evento será feita por Janaína Leite e Vanessa Macedo.

Confira o post no blog sobre essa edição AQUI

D.U.C.A- Diário de um certo Artísta - Rodrigo Alcântara

O Diário de Um Certo Artista (DUCA), espetáculo idealizado e interpretado por Rodrigo Alcântara teve sua estreia em 2019 e estava em cartaz no Espaço Cultural Adebankê até o início da quarentena no ano de 2020 - se este trabalho já retratava os desafios do fazer artístico periferico antes, em meio a uma pandemia é que esses limites foram testados.

O que encontramos dentro de um diário? Relatos dos nossos dias, das nossas dores, das alegrias, os tombos e os acolhimentos, os caminhos e os encontros.

Este espetáculo é uma adaptação do Diário de Um Certo Artista num formato de encontro entre o antigo e o novo normal.

MINIBIO

Rodrigo Alcântara iniciou suas atividades artísticas na periferia da cidade de São Paulo através do Teatro Vocacional e Dança Vocacional. Bacharel em Design de Interiores pela FMU e Cenografia e Figurino pela SP Escola de Teatro, Rodrigo atua enquanto trabalhador da área da cultura e colaborador das causas socioculturais. Filho do Espaço Cultural Adebankê onde estreou o espetáculo de dança  “D.U.C.A - Diário de um certo artista", o artista pertencente à comunidade LGBTQIA+ se define em três adjetivos que são seus eixos de sobrevivência e resistência “Bixa, dançante e Periférica”.

Eco chegou na festa e trouxe a Breja - Rafa Barzagli

Eco: Ninfa, mulher, com o dom do diálogo, amaldiçoada por falar demais. Para todo o sempre, seria sua a última palavra... palavra... avra... ... Dedico essa apresentação à Eco, que ao tentar sair da caverna, não foi ouvida pelo macho narcísico. Na onírica impossibilidade relacional, vaticinada por toda uma sorte de acontecimentos e ancestralidades. Eco é conclamada a participar, sob tons ebriamente dionisíacos, de um encontro utópico através do ...presente, do passado expresso na vontade com T maiúsculo e uma ode a potência de cigarra. 

Entre a ditadura da imagem de Narciso e a do som de Eco, imperativo das telas e caixas de som, nos reconhecemos à distância por meio da festa de corpos dançantes. Em isolamento, quase desistindo, talvez consigamos ter instantes fugazes e potentes de felicidade, em uma (não)dança virtual. Viva a quem jogou a pedra hoje e acertou ontem!

MINIBIO

Bacharel em dança pela UNICAMP, desde março de 2012. Atuou como Dançarino em cia's independentes de Dança Contemporânea e Teatro. Desde o final de 2017 é coordenador do grupo de Dança do CCA/PROEXT da PUC-Campinas, onde também atua como corégrafo. Faz parte do Grupo MEANDROS, vinculado a extensão da FEF-UNICAMP. Aluno de mestrado em curso desde 2021 e pertencente ao grupo de pesquisa GPFEM/FEF-UNICAMP, desde abril de 2018.

RAXA - Carolina Gasquez

Este trabalho é um estudo sobre dinâmicas, fluxo e fluência de movimento e suas relações com o espaço a partir da sonoridade do beat. 

MINIBIO

Carolina é artista da dança e arte-educadora. No início da graduação em Dança na Unicamp, foi bolsista do Programa PIBID-CAPES, onde iniciou sua trajetória de atuação como professora em escolas públicas. Realizou ainda estágios em instituições privadas em Campinas, como o Salão do Movimento, o Instituto Pavão Cultural e o Colégio Notre Dame. Durante esse período, também desenvolveu uma pesquisa acadêmica (PIBIC-CNPq) sobre as Danças Urbanas a partir do Método Bailarino-Pesquisador-Intérprete (BPI), foi coreógrafa no coletivo de teatro AniMales (PROAC 03/2018), intérprete-criadora em diversos grupos universitários e profissionais de dança e coordenadora geral na organização do XX Festival do Instituto de Artes (FEIA). Descobrindo continuamente seu lugar como artista-educadora do corpo e pesquisadora da Presença, hoje procura meios próprios de criar e ensinar dança pelo seu desejo em socializar o acesso à educação do corpo.

 

Esta atividade foi realizada com apoio da lei Aldir Blanc.

DIA 09/02

19H

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Terça Aberta 2021
Terça Aberta 2021

Arte de Gustavo Domingues

Bia Rezende
Bia Rezende

Pedro Athié
Pedro Athié

Terça Aberta 2021
Terça Aberta 2021

Arte de Gustavo Domingues

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TERÇA ABERTA CONVIDA BIA REZENDE, JONATAN VASCONCELOS E PEDRO ATHIÉ
 

Primeira edição de 2021, reúne artistas para compartilharem suas experiências artísticas e trajetórias de pesquisas - captadas no Kasulo Espaço de Cultura e Arte e transmitidas ao vivo pelo INSTAGRAM da Cia. A mediação do evento será feita por Janaína Leite e Vanessa Macedo.

Confira o post no blog sobre essa edição AQUI

Preta demais pra ser branca, branca demais pra ser preta - Bia Rezende

O projeto de embranquecimento da população não é novidade. As insistentes e intencionais de apagamento da negritude vem, com o passar do tempo, se reformulando, porém continuam forçar conceitos como o mito da democracia racial usando a mestiçagem como subterfúgio. Em 1901, João Batista afirmou que em 100 anos não haveriam mais negros no Brasil. Resistimos. Continuamos a existir. Somos o país fora do continente africano com maior quantidade de negros. Porém hoje vivemos ainda sequelas, até mesmo feridas abertas, por consequência das incansáveis tentativas de apagamento dos corpos negros no país. A falta de alto conhecimento, o sentimento de não pertencimento, acompanham muitas pessoas negras, mas é preciso olhar pra si. Cresci ouvindo que eu era “preta demais pra ser branca e branca demais pra ser preta, mas como diz Victoria Santa Cruz, um dia “me gritaram: Negra! E eu respondi!”.

 

MINIBIO

Assistente Social e Pós-Graduanda em Psicologia Social e Antropologia, Bailarina, professora e coreógrafa, atuante das danças urbanas e contemporânea há 13 anos, e profissionalmente há 7. Com experiência como bailarina nos Estados Unidos, Tanzânia, Zâmbia e África do Sul em tour com o coletivo GX International, professora de aulas regulares há 7 anos e coreógrafa de projetos sociais.

Impulsos Instáveis - Jonatan Vasconcelos

"Impulsos Instáveis" é um processo de pesquisa solo, na qual o intérprete busca entender os dispositivos que impulsionam o seu mover. Seja um mover intuitivo que expurga em resposta de tudo que o afeta, aflige, provoca, revolta... Ou um mover em projeção ao processo de construção do seu eu, ao perceber a sua individualidade, potencialidades, e modos de ver e agir no mundo. Refletir sobre a sua masculinidade ao se desvincilhar de um cultura machista condicionada pelo patriarcado, e por fim, buscar novas possibilidades de se reinventar, resistir e reexistir.

MINIBIO

Jonatan Vasconcelos, 24 anos. Artista da dança contemporânea com influências em danças urbanas, intérprete criador-bailarino, educador, e instrutor de yoga. Iniciou seu desenvolvimento artística em 2013, no Programa Vocacional. Se formou em dança pelo Projeto Núcleo Luz-Ciclo II (2016-2018). E em Yoga pela Associação de yoga Ananda Marga (Jan 2020). Atualmente segue se especializando no curso de Terra Vinyasa Flow Yoga (08/20 - 04/21). Como intérprete bailarino integra a Jorge Garcia Companhia de Dança, Grua-Gentlemen de Rua, e Cia Diversidança. Já como intérprete criador, faz parte da direção coletiva do Núcleo Disparador que se formou a partir do Trabalho de Conclusão de Curso do Núcleo Luz Ciclo II.

 

Ação para desembrutecer: A Língua é um Mapa Imenso - Pedro Athié

Paul B. Preciado marca: o sujeito fabricado pela pandemia no "tecnopatriarcado" neoliberal é um sujeito sem mãos e sem pele. Este corpo busca se atualizar nesse trabalho, imaginando uma instalação, em meio à multidão. Ao mesmo tempo em que, obsessivamente, organiza um atentado ao sujeito “embrutecido". O performer se revela no entre tentativas, a partir de uma confissão, e também do metal, da saliva, e do fracasso. Salivar um trajeto e beirar a presença como se beira o precipício.

 

MINIBIO

Pedro Athié, SP É performer e artista visual. Trabalha entre os campos do vídeo, da performance e da dança. Formado em Cinema pela FAAP (2016). Técnico em artes cênicas e especialização em “Corpo: Performance, Dança e Teatro”, pela Escola de Artes Célia Helena (SP). É artista colaborador do Núcleo Cinematográfico de Dança (SP) e Teatro da Matilha (SP) e criador-gerador da ocupação artística de rua "Tesãozinho Inicial" desde 2016.

Esta atividade foi realizada com apoio da lei Aldir Blanc.